Pesquisar este blog na Web

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

8 de março #Dia #Internacional da #Mulher @troianosinformation De uma flor a uma mulher e combata o Feminicídio no Brasil! Barbarismo e Machismo, Feminismo e Feminicídio. - http://www.saude.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=5957

Antes de clicar no link acima leia o Blog e então vá ao Site que tem mais detalhes. clique em Chega, basta

Somente em janeiro de 2019 126 mulheres, que constam em estatísticas, foram mortas violentamente!


Que em 2019 os canalhas sejam presos. Que criem um sistema educacional , para adultos, anti-machismo.
São mais de cinco mil mulheres morrendo nas mãos desses covardes que se dizem homens, isso quando não são patifes que as enganam e depois as abandonam. Paro por aqui.


Um melhor 2019 a todos

    Há uma descarada recusa em se diagnosticar como psicopatas os assassinos de mulheres que tem em comum o jargão: ¨Se você não for minha , não sera mais de ninguém!¨ A ¨razão¨ dessa recusa é o ¨simples¨ fato de que os ¨Humanistas¨da Psiquiatria e sociologia querem acabar com o que eles chamam de ¨Manicômio¨ generalizando pocilgas com as Clinicas Psiquiatras sérias!
    Não obstante existe  um movimento no próprio meio médico para fechar definitivamente o que chamam de ¨Manicômios¨ alegando que o individuo doente tem que viver em sociedade sendo a família responsável pelas atitudes do tal! Ora, se as Clinicas passaram a existir justamente pela incompetência da própria sociedade em cuidar dos psicopatas! Sabe-se que os tais não seguem tratamento por se considerarem normais e, até nas clinicas, os enfermeiros responsáveis pela medicação são TREINADOS para certificarem-se de que os pacientes enjeriram os medicamentos corretamente. Sem contar com os Surtos sistemáticos de tais pacientes que, geralmente, os levam a agressões e homicídios. Isso tem acarretado essa imensa onda de pessoas com transtornos mentais estejam soltas nas ruas , sem medicamento porque elas não os tomam se achando normais, causando enormes problemas sociais como próprio feminicídio!  
    Parece que os ¨catedráticos¨nos assuntos da mente jamais leram  O Alienista¨de Machado de Assis que revela as incoerências do real, translúcido, normal e anormal! O Próprio personagem central, o Alienista, muda suas opiniões sobre quem é o doente em sua cidade natal ao ponto de mandar prender, no Alienatório¨, a cidade toda. Alienista entenda-se como Psiquiatra hoje e Alienatório as Clinicas de tratamento de transtornos da mente!
     Essa minha rebusca em Machado de Assis da-se pelo fato que os próprios psiquiatras contemporâneos não se entendem e, muito menos, chegam a uma conclusão sobre tratamento do ¨transtornados¨ e, além disso, quando algum leigo alega: ¨o sujeito é louco e por isso tomou tal atitude¨ (Tipo feminicídio)
     Pios é... a corrupção esta em todos os âmbitos.  
   A publicação do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro traz dados estarrecedores sobre a violência contra a mulher no estado. “Importante esse levantamento para mapearmos melhor as formas de combate à cultura do estupro”, diz Kátia Branco, secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio de Janeiro (CTB-RJ).

Segundo os produtores do estudo, o Dossiê traz, “pela primeira vez, dados sobre assédio sexual e importunação ofensiva nas ruas e no transporte público”. Para Kátia, isso é positivo porque assim “podemos traçar melhor o perfil dos vários tipos de agressores”.
O Dossiê Mulher descobriu que foram denunciadas no ano passado 4.162 crimes de violência sexual no estado. Contando apenas as notificações, 13 mulheres foram violentadas por dia, sendo que 30% conheciam o agressor.
De acordo com Kátia, o estudo do governo do Rio de Janeiro, apesar de algumas limitações, mostra a necessidade de uma intervenção urgente do Estado e da sociedade para se acabar com essa violência.
“O Estado tem o dever de proteger a integridade física das pessoas, isso está na Constituição Federal. Porém, mais do que observar as leis, são necessárias ações concretas, juntamente com a sociedade, para realizarmos trabalhos de educação, conscientização e de punição aos criminosos”, afirma.
Já uma das coordenadoras do Dossiê, Cláudia Moraes, acentua que em 11 anos de pesquisas, o “perfil das vítimas não muda”. Ela se diz apavorada “em ver que as vítimas sexuais são meninas”, boa parte delas, “com menos de 14 anos” e ainda que “os agressores são conhecidos”.
Mídia sexista
Kátia critica a atuação da mídia. “Dão uma grande repercussão no caso, mas no fim acabam contribuindo com a naturalização dos atos de violência”, reforça. “Claro que a divulgação é importante, porém, o que realmente falta é uma discussão mais ampla e objetiva para impedir quer tal violência continue a vitimar as mulheres”.
A secretária da Mulher Trabalhadora, da CTB-RJ, Kátia Branco, defende o envolvimento de todos e todas para acabar com a violência contra a mulher
O Dossiê Mulher também mostra que uma mulher foi assassinada por dia no estado, sendo que 16,7% eram casos de violência doméstica. Dos autores identificados, 15% eram maridos ou namorados e três em cada dez assassinatos ocorreram dentro da casa das vítimas.
“A mentalidade machista, sexista e patriarcal é uma herança que vem de longe e mudar isso depende de muito esforço e luta da própria mulher”, sinaliza Kátia. E isso, “depende da construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna”.
Além disso, ela defende que a “educação deve ser baseada em valores humanos, atualmente substituídos pelos valores de mercado, de consumismo e, inclusive da violência, que é praticada pelo Estado e pelas organizações solidária”.
A coordenadora das Promotorias de Justiças de Violência Doméstica contra a Mulher, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Lúcia Barros Bastos afirma que “a rede de acolhimento e orientação à mulher precisa ser expandida”, tanto no Rio quanto no país. Para ela, “desde de pequenas somos educadas para nos proteger, para ter medo, as mulheres são educadas para evitarem o estupro”, acentua.
Kátia concorda com ela e diz que é preciso mudar a educação das crianças tanto na escola, quanto em casa. “A escola tem um papel preponderante, mas o Estado e as famílias têm que fazer a sua parte”, finaliza Kátia. Mas, “acabar com a cultura do estupro é uma ação imperiosa que deve envolver todos os setores da sociedade”.
Como dizem nas manifestações feministas: “eduque os meninos a respeitar, não as meninas a temer”.
Serviço:
Não se cale denuncie a violência contra as mulheres:
Ligue 180
Disque 100
Procure uma Delegacia da Mulher ou Casa da Mulher Brasileira
Fonte: CTB
Publicado em 22/06/2016





4 comentários:

  1. http://troianosinformation.blogspot.com/2019/03/dia-da-mulher-8-de-marco-de-2019-de-uma.html Descortine a VERDADE

    ResponderExcluir
  2. http://troianosinformation.blogspot.com/2019/03/dia-da-mulher-8-de-marco-de-2019-de-uma.html

    ResponderExcluir
  3. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir

Super